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Alguns cuidados que seu cãozinho nescessita

Higiene
Banho: 1 vez por semana com shampoo apropriado.
Secar sempre com secador morno e ir passando a escova suavemente.
Escovar com escova e/ou pente apropriados para raça de pelo longo.
Limpar os ouvidos com cuidado uma vez por semana
Unhas e dentes - seu veterinário o orientará como e quando limpar
Vermifugação: no mínimo de 6 em 6 meses.
Combater pulgas e carrapatos com frontline.
Lembre-se: criar é um ato de amor. vacine seu animal sempre no período certo.
Somente o veterinário é capacitado para receitar e vacinar seu cão. ao primeiro sinal de problemas, como vômitos e diarréia, ou se seu animal ficar prostrado não querendo se alimentar ou beber água, entre em contato imediatamente com seu veterinário, não procure medicá-lo por conta própria

Pelagem
Para que os pelos do Yorkshire fiquem bonitos e o cão, além de bonito, apresente um aspecto de limpo, de bem cuidado, devemos penteá-lo, no mínimo, 02 vezes por semana ou até diariamente, para desembaraçar os seus pelos e desfazer seus nós, empregando, de preferência, os nossos dedos. Com isso, evitamos que nele se acumulem poeiras, sujeiras diversas, piolhos e outros parasitas, etc. O que mantém o cão limpo e com aspecto saudável. Por suas características, a pelagem do Yorkshire, para se manter bonita, necessita de cuidados diários.
Depois de o cão estar escovado, devemos penteá-lo para dar brilho, a seus pelos. Isso no entanto deve ser feito em cima e por baixo, no sentido do crescimento dos pelos, esse trabalho, deve ser feito de maneira correta, e com uma escova especial, que nunca deve ser rasqueadeira, e sim uma de pinos para evitar que os pelos se quebrem, o que é muito importante, porque os belos pelos do Yorkshire são muito finos e delicados, além de formarem nós e de se quebrarem com facilidade.

Problemas comuns à raça

Fechamento tardio da moleira - O correto é que elas se fechem em 20 ou 30 dias, mas quando existe algum problema, elas só se fecham com dois meses e meio de idade. Se isso acontecer, você terá que redobrar o cuidado com o filhote, evitando assim que ele dê pancadas na cabeça. Com o tempo, o problema terá solução por si só.

Placa bacteriana - A dentição dupla tem como consequência a placa bacteriana que se calcifica, formando uma crosta sobre os dentes. Isso vai resultar em mau hálito, salivação excessiva, dificuldade para comer, inflamação nas gengivas, sangramento e até perda dos dentes. Uma infecção grave na gengiva, pode se alastrar pelo organismo, por isso, você deve oferecer objetos duros para roer, como ração seca e ossos e escovar os dentes dele com escova e dentrifício próprio para cães. O tártaro precisará ser removido pelo veterinário.

Luxação patelar - Deixa o cão manco. Deve-se evitar o cruzamento de cães com essa doença.

Dentição dupla - Outro cuidado é com a dentição dupla, ou seja, os de leite não caem quando nascem os permanentes. A predisposição é genética e isso causará uma desarticulação genética, resultando em mau hálito, pelo acúmulo de alimentos nos dentes e desarticulação dentária. Para previnir, é preciso estimular o filhote a roer objetos duros durante a troca de dentes. Os dentes de leite deverão ser retirados pelo veterinário, caso isso aconteça.

Hidrocefalia - Trata-se de uma má formação do cérebro que causa o acúmulo de líquido intercerebral. É hereditário e não se deve comprar filhotes de pais que possuam a doença. O ideal é que o animal que apresente a doença seja castrado e não reproduza. Esta doença deixa a cabeça maior do que o tamanho comum, a moleira não fecha e causa distúrbios neurológicos e crescimento retardado. Pode causar convulsões e leválo a morte.


Fonte: www.familiapet.uol.com.br
www.saudeanimal.com.br